Arquivo de beabá

*porpurina*

– eu adolo lupulina, mamai!

– eu também, filha!

.

(quanto tempo, ahn!?)

barbooooosaaaa!

Eu batizei de “a fase Barbosa”. Veja:

– Filha, coloca o sapatinho vermelho porque esse outro tá sujo…
SUJO!

– Mamai, que ixo?
– Isso é parte do seu guarda-roupas, filha! O moço vai trazer amanhã a outra parte, que ficou pra pintar e…
pitá!

– Filha, come a sopinha de cenoura, tá uma delícia, olha só a mamãe comendo..
omeno…
(quem nasceu até o início dos anos 80 entenderá a analogia!)

cocô fonado

< publicado em 27 de maio de 2008, no finado Freak Mothers >

 

* momento memorável e so cute =^.^= *

Ontem, após o jantar, assistindo Cócócó (nas palavras dela, em referência ao programa infantil do Julio e sua turma). Como que num insight, ela vira pra mim e apresenta:
– Cocô! (apontando pra fralda)

Chuva de beijos e elogios ao lindo cocô fonado!!!

da arte da convivência

* caca (pucca)
* cac (formiga e/ou pequeninos insetos)
* caco (água)
* acaco (macaco)
* caur (carro)
* cocó (dvd ou cd – em referência ao Cocoricó ou Backyardigans)
* côco (porco – referência à animação Jakers, um dos dvds prediletos)
* cocô (cocô)

E eu que temia chegar a tal fase da complexidade dialética (da definição grega antiga)… mole, mole! rs

é ou não é!?

Lá você pode brincar com o pavão (ele fica solto, é!) antes de descer o escorregador do castelo. E depois de uma sessão de vídeo, dar uma voltinha de trem! Daí, correr pra horta e colher os ingredientes pra uma divertida aula de culinária. Mais tarde, depois de brincar na casinha em miniatura (com direito a mini-berço, mini-armário, mini-fogão, mini-jogo-de-chá), um mergulho na piscina. E ainda sobra tempo pra brincar de música, conversar com as araras, oferecer uma cenourinha pro coelho e dar uma volta no carrossel!

É ou não é A escola, dizaí!?